“Ele não era pai de Jesus: o pai de Jesus era Deus, mas ele cumpria o papel de pai de Jesus, fazia-se pai de Jesus para fazê-lo crescer.”
Papa Francisco
Na Igreja Ocidental, a festa de São José não foi fixada até o século XV. Pouco se sabe a respeito de sua vida. De acordo com algumas tradições, 19 de março foi o dia da morte de José, embora haja poucas evidências para sustentar esta data.
José era simples, humilde, ao ter a revelação acerca da natureza da concepção de Maria, e receber a notícia do anjo para não deixá-la desamparada, ele submete-se à vontade divina: “E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher” (Mt 1.24), conhecido por causa de sua profissão de carpinteiro, ele não era o pai biológico de Jesus, e sim o seu pai adotivo, visto que Jesus foi gerado pela ação do Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.35). Dessa forma, ele garantiu a confirmação de Jesus na descendência real de Davi. (Lc 1.27).
José foi para Jesus exemplo e mestre da sabedoria de Deus, educou-O a escutar as Sagradas Escrituras, sobretudo acompanhando-O à Sinagoga.
Escutamos muito, a expressão “pais verdadeiros” quando se faz referência aos pais genitores, no entanto, há um grande engano, todos os que se colocam na posição de José podem se considerar os responsáveis, pois quando não são pais legais são os cuidadores. Alguns acontecimentos na vida de Jesus comprovam o “cuidado” e o zelo de José pelo menino que não era seu filho biológico. O pai é aquele que assume a responsabilidade com ânimo e muita força de vontade, pois a criação de um filho não é um trabalho fácil de realizar.
Diante das dificuldades que se observam a Obra Social São José apresenta não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir para que os jovens que aqui estão, façam frutificar em hábitos de compreensão o verdadeiro sentido de “Pai”.
Equipe de Pastoral da Obra Social São José Operário




